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???metadata.dc.type???: Tese
Title: Associações entre humor, sinais clínicos, desempenho funcional e a função autonômica em pacientes com Doença de Parkinson e o efeito de um programa de caminhada na variabilidade da frequência cardíaca e no desempenho funcional
???metadata.dc.creator???: Rodrigues, Fabio Barreto 
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Campbell, Carmen Sílvia Grubert
First advisor-co: Lopes, Daniel de Paula Lima e Oliveira
???metadata.dc.description.resumo???: A redução da produção de dopamina na Doença de Parkinson (DP) afeta substancialmente a motricidade e outras funções orgânicas primordiais, como humor e a cognição, bem como o desempenho funcional. Paralelamente, ocorrem prejuízos no sistema nervoso autônomo. Não se sabe como a função autonômica se relaciona com estes prejuízos e se um programa de caminhada pode modificar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) desta população. O objetivo deste estudo foi avaliar a VFC de pacientes com DP e a sua relação com os sintomas de ansiedade, depressão, desempenho funcional e gravidade da doença, e também o efeito de um programa de caminhada na modulação autonômica e na capacidade funcional. Na etapa transversal foram avaliados 26 pacientes (16 homens/ 10 mulheres; 57,4 ± 9,2 anos) pelas escalas de ansiedade, depressão (HADS-A e HADS-D) e gravidade da doença (UPDRSexame motor e Hoehn e Yahrd). O desempenho funcional foi avaliado pelos testes Timed up and Go (TUG) e três testes da bateria Senior Fitness Test. Estes resultados foram correlacionados com índices da VFC no domínio do tempo (RMSSD, SDNN) e da frequência (HF, LF, LF/HF, TP, HF/TP, LF/TP), e análise não linear (SampEn e DFA1) aferidos na posição sentado e em pé. A variação da VFC da posição sentada para em pé (valores em Δ) também foi considerada. Na etapa longitudinal foram formados um grupo de caminhada (CA; n=13) e um grupo controle (CO; n=6), a partir de um ensaio clínico randomizado. O programa de caminhada home-based teve duração de seis semanas. Os pacientes do grupo CA foram reavaliados após 12 semanas de treinamento. Foram observados elevados níveis de ansiedade (30,7%) e depressão (34,6%) nos pacientes avaliados. Os sintomas depressivos associaram-se tanto à atividade parassimpática: RMSSD (r= - 0,382; p ≤ 0,05), quanto à atividade conjunta nos ramos simpático e parassimpático: LFsent (r= -0.383; p ≤ 0,05), LFem pé (r= -0,411; p ≤ 0,05), TPempé (r= -0, 504; p ≤ 0,05) e Δ SampEn (r= -0.384; p ≤ 0,05). A gravidade e tempo da doença também se associaram negativamente à função autonômica. RMSSDsentado (r= -0,438; p ≤ 0,05), SDNNsentado (r= -0,452; p ≤ 0,05) e SDNNempé (r= -0,602; p ≤ 0,01); LFempé (r= -0,603; p ≤ 0,01); TPempé (r= -0,504; p ≤ 0,05) e LF/TPempé (r= -0,504; p ≤ 0,05) foram negativamente associados ao tempo no teste TUG. Outras correlações significativas dos testes físico-funcionais e da idade com a VFC foram observadas. O programa de seis semanas de caminhada promoveu variações significativas do índice SampEn (que mede a irregularidade dos dados de FC) no grupo CA em relação ao grupo CO (20,47 vs –22,81%; CA e CO, respectivamente; p=0,033), assim como o índice ΔSampEn (-22,83 vs 18,46%; CA e CO, respectivamente; p=0,022), sugerindo mudanças positivas na função autonômica. Na 12º semana, os pacientes do grupo CA exibiram aumento dos índices HF/TPempé (7,0%; p=0,017) e SampEn-em pé (20,5%, p= 0,008), respectivamente) e redução do índice LF/HFempé (-10,65 %; p=0,012) em relação à 1ª semana, sugerindo melhoras no equilíbrio autonômico. Houve aumento no número de agachamentos (de 10,50 ± 1,93 para 13,25 ± 1,58 repetições; p= 0,021) e redução no tempo para realizar o TUG ( de 7,34” ± 0,67 para 6,91 ± 0,83, p=0,002). Vários índices de VFC aferidos na tes do programa de caminhada (SDNN, RMSSD, LF, HF, LF/TP) mostraram correlações com o ganho funcional (r2 variando de 0,62 a 0,81), sugerindo papel da função autonômica na adaptação neuromuscular ao treinamento. Conclui-se que a VFC pode funcionar como medida integrativa e marcador periférico da adaptabilidade do organismo e da sua capacidade autoregulatória, além de recurso de avaliação prático e sensível à progressão da doença. O programa de caminhada home-based melhorou a função autonômica dos participantes, frequentemente prejudicada pela doença. Isto é particularmente interessante na medida em que várias funções orgânicas debilitadas na DP são mediadas pela função autonômica.
Abstract: The reduced dopamine production in Parkinson's disease (PD) substantially affects the motor skills and other primary bodily functions, including mood, cognition and functional performance. At the same time, losses occur in the autonomic nervous system. It is unknown how the autonomic function is related to these losses and whether a walking program can modify the heart rate variability (HRV) in this population. The aim of this study was to assess HRV in patients with PD and its relationship with anxiety and depression symptons, functional performance and severity of disease, and also the effect of a walking program in autonomic modulation and functional capacity. In cross- sectional phase were evaluated 26 patients (16 men / 10 women, 57.4 ± 9.2 years) using the scales of anxiety, depression (HADS-A and HADS-D) and disease severity (UPDRS motorexamination and Hoehn and Yahrd scales). Functional performance was evaluated by the Timed Up and Go test (TUG) and three tests from the Senior Fitness Tests. These results were correlated with HRV indexes of time (RMSSD, SDNN) and frequency domain (HF, LF, LF / HF, TP, HF / TP, LF / TP) and nonlinear analysis (SampEn and DFA1) measured in sitting and standing position. The HRV variation from sitting to standing position (∆ analysis) was also considered. In longitudinal phase a walking group (WG, n = 13) and a control group (CG n = 6) were formed through a randomized controlled trial. The home-based walking program had a duration of six weeks. The patients in the WG group were reassessed after 12 weeks of training. Were observed high levels of anxiety (30.7%) and depression (34.6%) in the patients evaluated. Depressive symptoms were associated to the parasympathetic activity: RMSSD (r = - 0.382; p ≤ 0.05), as the activity in the both sympathetic and parasympathetic branches: LFseated (r = -0383; p ≤ 0.05), LFstanding (r = -0.411; p ≤ 0.05), TPstanding (r = -0, 504, p ≤ 0.05) and ∆ SampEn (r = -0384, p ≤ 0.05). The severity and duration of illness also were negatively associated with autonomic function. RMSSDseated (r = -0.438; p ≤ 0.05), SDNNseated (r = -0.452; p ≤ 0.05) SDNNstanding (r = -0.602, p ≤ 0.01); LFstanding (r = -0.603; p ≤ 0.01); TPstanding (r = -0.504; p ≤ 0.05) and LF/ TPstanding (r = -0.504; p ≤ 0.05) were negatively associated with time to perform the TUG test. Other significant correlations (p ≤ 0.05) of physical and functional tests and age HRV were observed . The six-weeks walking program have promoted significant changes in SampEn index (which measures the irregularity of HR data) in WG group compared to the CG group (20.47 vs -22.81%; CA and CO, respectively; p = 0.033) as well as ∆SampEn measure (-22.83% vs. 18.46; WG and CG, respectively; p = 0.022), suggesting positive changes in autonomic function. At week 12, the WG group patients exhibited increased ratios of HF/TPstanding (7.0%; p = 0.017) and SampEn-standing (20.5%; p = 0.008; respectively), and reduction of the LF/HFstanding index (-10.65%; p = 0.012 ) compared to the first week, suggesting improvements in autonomic balance. There was an increase in sit-to-stand repetitions (10.50 ± 1.93 to 13.25 ± 1.58 repetitions; p = 0.021) and reduced time to perform the TUG test (7.34"± 0.67 to 6.91" ± 0.83, p = 0.002). Several HRV indices measured before walking program (SDNN, RMSSD, LF, HF, LF / TP) have shown correlations with the functional gain (r2 ranging from 0.62 to 0.81), suggesting a role of autonomic function in neuromuscular adaptation to training. It follows that HRV may work as an integrative measure and also as a peripheral marker of body's adaptability and its self-regulatory capacity, besides a practical and sensitive tool e to the disease progression. The home-based walking program have improved autonomic function of participants, often hampered by the disease. This is particularly interesting in that many bodily functions impaired in PD are mediated by autonomic function.
Keywords: Educação física
Doença de Parkinson
Ansiedade
Depressão
Sistema nervoso autônomo
Envelhecimento
Atividade motora
Caminhada
???metadata.dc.subject.cnpq???: CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA
Language: por
???metadata.dc.publisher.country???: Brasil
Publisher: Universidade Católica de Brasília
???metadata.dc.publisher.initials???: UCB
???metadata.dc.publisher.department???: Escola de Saúde e Medicina
???metadata.dc.publisher.program???: Programa Strictu Sensu em Educação Física
Citation: RODRIGUES, Fabio Barreto. Associações entre humor, sinais clínicos, desempenho funcional e a função autonômica em pacientes com Doença de Parkinson e o efeito de um programa de caminhada na variabilidade da frequência cardíaca e no desempenho funcional. 2015. 135 f. Tese (Programa Strictu Sensu em Educação Física) - Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2015.
???metadata.dc.rights???: Acesso Aberto
URI: https://bdtd.ucb.br:8443/jspui/handle/tede/2039
Issue Date: 16-Jul-2015
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Educação Física

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